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Orquestra Sinfônica da Bahia

Origem
Salvador, BA
Também conhecido como
OSBA
Em atividade
1944–presente
Gêneros
música clássica, música popular brasileira, erudito
Instrumentos
cordas, metais, madeiras, percussão

Biografia

A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) é uma das mais importantes formações orquestrais do Brasil, com uma trajetória que se inicia em 1944, no Colégio Antônio Vieira, em Salvador, sob a iniciativa do Padre Luiz Gonzaga de Mariz. Embora tenha passado por um período de extinção, a OSBA foi refundada em 30 de setembro de 1982, tornando-se um dos corpos artísticos do Teatro Castro Alves. A orquestra é mantida pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e da Secretaria de Cultura (Secult-BA).

Ao longo de sua história, a OSBA tem se destacado por sua versatilidade e capacidade de dialogar com diferentes públicos e expressões artísticas. Sob a regência de maestros renomados como Isaac Karabtchevsky, Jaques Morelenbaum, Osvaldo Colarusso, Alex Klein, Olivier Cuendet e, atualmente, Carlos Prazeres, a orquestra já se apresentou ao lado de grandes nomes da música clássica, como Luciano Pavarotti e Montserrat Caballé, e de ícones da música popular brasileira, como Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto e Maria Bethânia.

A OSBA tem um papel fundamental na difusão da música erudita e na formação de plateia, especialmente na Bahia. Com projetos inovadores como o CineConcerto, Futurível, BaileConcerto e o Sarau OSBA no MAM, a orquestra tem buscado aproximar a música sinfônica do cotidiano das pessoas, promovendo uma experiência cultural dinâmica e acessível. Essa iniciativa tem resultado em um aumento significativo de público, consolidando a OSBA como um patrimônio cultural baiano.