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Séculos Apaixonados
- Origem
- Rio de Janeiro, RJ
- Anos em Atividade
- 2013
- Gêneros
- indie, pós-punk, synth-pop, new wave, experimental
- Instrumentos
- vocais, guitarra, teclados, saxofone, baixo, bateria
Biografia
Formado em outubro de 2013, o Séculos Apaixonados surgiu a partir da dissolução da banda Dorgas. Inicialmente concebido como uma válvula de escape criativa para Gabriel Guerra e Arthur Braganti explorarem composições mais voltadas para a canção, o projeto gradualmente evoluiu para uma banda completa com a adição de Lucas de Paiva, Felipe Vellozo e João Pessanha. O grupo rapidamente chamou atenção, em parte devido ao envolvimento dos integrantes em outros projetos notáveis, levando às suas primeiras apresentações em meados de 2014 e ao lançamento de seu álbum de estreia, "Roupa Linda, Figura Fantasmagórica", em novembro do mesmo ano.
O Séculos Apaixonados é conhecido por sua sonoridade distinta, que bebe fortemente da estética dos anos 1980, incorporando elementos de new wave, pós-punk e synth-pop. Sua música frequentemente apresenta uma mistura de sintetizadores vintages, batidas ecoadas e melodias cativantes, por vezes melancólicas. Os temas líricos da banda podem variar desde o romantismo e confissões pessoais até reflexões sobre o caos urbano e as flutuações do mercado financeiro, muitas vezes entregues com um senso de ironia e uma abordagem lúdica das convenções musicais. Eles já foram comparados a artistas como Public Image Ltd. e The Fall, ao mesmo tempo em que incorporam influências inesperadas como Roxy Music e Roupa Nova.
A discografia da banda inclui "Roupa Linda, Figura Fantasmagórica" (2014), "O Ministério da Colocação" (2016) e "Suspenso Graças Ao Princípio da Insignificância" (2018). Apesar de enfrentar desafios e formações mutáveis, o Séculos Apaixonados manteve uma posição única dentro da cena da música independente brasileira, distinguindo-se pelo compromisso com um som que, embora inspirado no passado, permanece criativamente desafiador e distinto das tendências vigentes. Seu trabalho frequentemente reflete um afastamento deliberado dos aspectos mais convencionais da música indie, abraçando uma abordagem mais complexa, anárquica e experimental.
Discografia
- Roupa Linda, Figura Fantasmagórica (2014)
- O Ministério da Colocação (2016)
- Suspenso Graças ao Princípio da Insignificância (2018)